Marcações, contactos por telefone, aparelhos vendidos e seguimento pós-adaptação — tudo num sítio só. Feito para quem trabalha com audição, não adaptado de outra área.
Em utilização diária num centro auditivo português com duas lojas.
Não nasceu num escritório: cada ecrã foi afinado com quem atende utentes todos os dias.
Num centro auditivo, o que decide o mês raramente está marcado: é o telefonema que ficou por fazer, o utente que experimentou e não voltou, a garantia que ninguém reparou que estava a acabar.
Contactos por fazer espalhados por cadernos, post-its e a memória de quem atende.
Quem experimentou e não decidiu fica sem seguimento, e ninguém sabe quantos são.
Duas lojas, duas agendas que não conversam — e um profissional que trabalha nas duas.
O histórico do utente está na cabeça de quem o atendeu da última vez.
Sem módulos a mais. O que um centro auditivo usa todos os dias.
Marcações por loja e por profissional, com horários e feriados próprios de cada unidade. Quem trabalha em duas lojas aparece certo nas duas.
A lista de quem ligar hoje, montada de madrugada e pronta quando abre a porta. Cada chamada fecha com desfecho e data do próximo contacto.
A Auri responde, esclarece e marca. Quando é preciso uma pessoa, passa a conversa — sem o utente perceber corte.
Que aparelho, de que lado, comprado quando, garantia até quando. O histórico deixa de viver na memória de quem atendeu.
Quantos contactos, quantas adaptações, quanto faturado — por unidade e por profissional, sem folha de cálculo à parte.
Lembretes de marcação enviados à hora local do centro, nunca de madrugada. O utente chega avisado.
Ecrãs reais da aplicação, não montagens. É isto que a sua equipa vê todos os dias.
O sistema monta a fila de madrugada, com o motivo de cada contacto: confirmação de uso, assistência, reposição de consumíveis, aniversário.
Cada unidade tem o seu horário e os seus feriados. Quem trabalha nas duas aparece certo nas duas, sem marcações a chocar.
Que aparelho, de que lado, comprado quando, garantia até quando — e em que ponto do acompanhamento o utente está.
Vocabulário, moeda, fuso e lei — preparado para o dia a dia de um centro auditivo português, com os dados alojados na União Europeia.
Quem gere um centro auditivo já tem um sistema. Mudar mete respeito: os dados, o hábito da equipa, o receio de parar a loja. Por isso a mudança é acompanhada, não atirada para cima de si.
Envia-nos a exportação do programa atual e montamos a base consigo antes do arranque — utentes, aparelhos e histórico. Não recomeça do zero.
Uma sessão de arranque com toda a gente e apoio direto nos primeiros dias. Fala com quem faz o produto, não com um call center.
Se não fizer sentido, sai — e leva os dados consigo, em formato aberto, quando pedir. Estão alojados na União Europeia.
O Audiara trata da gestão do centro — marcações, contactos e seguimento. Convive com o seu software de adaptação e com a sua faturação.
Não é preciso mudar tudo de uma vez. Uma unidade a funcionar bem convence mais do que uma promessa.
Se quiser ouvir alguém que não seja nós, pomo-lo em contacto com um centro auditivo português que trabalha com o Audiara desde o primeiro dia.
Sem limite de utilizadores nem de marcações. Paga-se pelo número de lojas.
Para quem tem uma loja
Para quem tem duas lojas
Mais de duas unidades? Falamos. Sem fidelização, sem custo de instalação — e os dados são sempre seus.
Uma demonstração leva vinte minutos e mostra o sistema com dados parecidos com os do seu centro — não uma apresentação genérica.